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domingo, 30 de junho de 2013

Devaneio de uma Mente Lúcida. II

Ao som de um suspiro fecho meus olhos
Refletindo sobre o caos e a desordem
Organismos desorganizados
Mentes sem destino
Procurando caminhos incertos
Na imensidão até então inexplorada
 Enquanto porcos sujos dão suas gargalhadas
Subjugando minha alma e meu corpo
Há padrões e leis que não me fazem sentido
E portanto reflito.
Sons que cada vez mais me possuem
Existindo, destruindo.
Vômito de palavras aleatórias
Sentido não faz.
Apenas para quem vaga para o escuro
O além, o desconhecido
Para o medo
Medo de se distrair e dormir
Medo de despertar e ouvir
Medo de abrir o coração e sentir
Medo de abrir os olhos enxergar
Medo de odiar
Medo de amar
Uma mente lúcida em puro devaneio
Sem saber o que falar
Apenas seguindo a música
Notas me dizem o que fazer
O que escrever!
Sem ela nada sou, não existiria,
Me criou e domesticou
Servindo ao seu propósito
Assim como um crente segue seu deus
No meio de tanto ódio.

Por: Nicky

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